Passividade.

Publicado Setembro 4, 2009 por oportugues
Categorias: Força de Vontade

“O que mais nos admira neste país é a nossa perspectiva das coisas. Não é a falta de objectivos para trabalharmos para um bem comum e nacional. Não é a noção de justiça social ou de serviço público. Não é vivermos dois países, entre o interior e o litoral, ou o abismo na distribuição do rendimento. Não é o desequilibrio entre cidadão e estado. É a forma como exercemos a democracia e acima de tudo… a nossa passividade.”

Nunca é demais dizer: “Seja a mudança que quer ver no mundo”. Deixe de ser um passivo da sua própria vida. Não se conforme com o que a vida lhe vai trazendo. Busque mais. Muito mais.

O Português deseja-lhe BOA SORTE.

Miguel Sousa Tavares, Expresso 27/06

Publicado Agosto 7, 2009 por oportugues
Categorias: Portugal no seu Melhor

“Conversa entre mim e uma amiga(…):

Amiga: – É sempre assim, esta auto-estrada?

MST: – Assim, como?

— Deserta, magnífica, sem trânsito?

— É, é sempre assim.

— Todos os dias?

— Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.

— Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?

— Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque
diziam que o desenvolvimento era isto.

— E têm mais auto-estradas destas?

— Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o
Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por
exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e
outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é
a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto,
etc. — respondi, rindo-me.

— E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada
nacional está cheia de camiões?

— Porque assim não pagam portagem.

— E porque são quase todos espanhóis?

— Vêm trazer-nos comida.

— Mas vocês não têm agricultura?

— Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem
que produzir não é rentável.

— Mas para os espanhóis é?

— Pelos vistos…

Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:

— Mas porque não investem antes no comboio?

— Investimos, mas não resultou.

— Não resultou, como?

— Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha
Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.

— Mas porquê?

— Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não ‘pêndula’; e,
quando ‘pendula’, enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem
Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o
único sinal de ‘modernidade’ foi proibirem de fumar em qualquer espaço
do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia
ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.

— E gastaram nisso uma fortuna?

— Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às
três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos…

— Estás a brincar comigo!

— Não, estou a falar a sério!

— E o que fizeram a esses incompetentes?

— Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é
encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa… e
ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.

— Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?

— Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km. Ela ficou a olhar
para mim, sem saber se era para acreditar ou não.

— Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?

— Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não
me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com
o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o
prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa
aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo
aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde
ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas
estações.

— Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois
volta para trás e entra em Lisboa?

— Isso mesmo.

— E como entra em Lisboa?

— Por uma nova ponte que vão fazer.

— Uma ponte ferroviária?

— E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros
todos os dias para Lisboa.

— Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!

— Pois é.

— E, então?

— Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.

Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a
fasciná-la.

— E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a
auto-estrada está deserta…

— Não, não vai ter.

— Não vai? Então, vai ser uma ruína!

— Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e
para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A
exploração é que vai ser uma ruína — aliás, já admitida pelo Governo —
porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros
que cheguem para o justificar.

— E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?

— Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!

— E vocês não despedem o Governo?

— Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV
com Espanha foi a oposição, quando era governo…

— Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem
um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?

— Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.

— O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?

— A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.

— Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês
têm de ter?

— É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.

Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que
ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:

— E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?

— O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a
uns 50 quilómetros de Lisboa.

— Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro
da cidade, e fazer um novo?

— É isso mesmo. Dizem que este está saturado.

— Não me pareceu nada…

— Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai
cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das
low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.

— Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é
deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as
low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum
disponível?

— Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai
ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do
Sul para a Europa: um sucesso garantido.

— E tu acreditas nisso?

— Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes
o que é aquilo?

— Um lago enorme! Extraordinário!

— Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.

— Ena! Deve produzir energia para meio país!

— Praticamente zero.

— A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!

— A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.

— Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para
beber, serve para regar, ou nem isso?

— Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o
perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a
agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora,
porque há água a mais.

— Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para
nada?

— Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que
é o que nós fazemos mais e melhor.

Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e
virou-se para me olhar bem de frente:

— Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?

— Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse
mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a
fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a
ser pobres e enlouqueceremos de vez.

Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no
assento. E suspirou:

— Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para
viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!”

Empreendedorismo

Publicado Julho 29, 2009 por oportugues
Categorias: Força de Vontade, Valores

Ser empreendedor é:

- Criar oportunidades e não esperar que elas apareçam.

- Sonhar grandes sonhos e construir metas para tornar os sonhos realidade.

- Abrir o leque da inteligência, libertar a sensibilidade e aumentar a coragem para conquistar o que mais ama, admira e necessita.

- Não ter medo de andar por lugares desconhecidos, mesmo sem bússola.

- Aprender a usar os fracassos como pilares das grandes vitórias, usar as perdas como plataformas dos melhores ganhos, usar a fragilidade como nutriente da sabedoria.

- Acreditar na vida e nunca desistir dela.

- Saber começar tudo de novo tantas vezes quantas forem necessárias.

- Carregar consigo esta pérola do pensamento: O destino não é inevitável, mas uma questão de escolha.

Nos dias que correm, todos falam de empreendedorismo. As associações empresariais e as universidades pretendem promover a iniciativa empresarial e a criação de empresas. Os governos anunciam a sua intenção de apostar no empreendedorismo e de desenvolver uma cultura e uma sociedade empreendedora. As publicações
económicas apresentam secções sobre o tema.

Nas últimas duas décadas do século XX mais de 90% dos novos postos de trabalho criados nos Estados Unidos tiveram origem na criação de novas empresas e na expansão de pequenas empresas. Se pensarmos nestes números, corroborados por outros estudos similares, ninguém pode pôr em dúvida a importância que, nos próximos anos, vai ter a iniciativa empresarial e a criação de novas empresas para a manutenção e a melhoria dos níveis de desenvolvimento económico e social. Pense só nas vantagens que o empreendedorismo pode trazer: a criação de empregos, o crescimento económico, a melhoria da competitividade, o aproveitar do potencial de cada indivíduo, etc.

Se tem um objectivo de vida, compartilhe-o com a sociedade. Será benéfico para todos e uma inspiração para muitos. Seja empreendedor. Não pense que por não criar uma empresa, não pode aplicar isto em sua vida. Seja empreendedor a cada dia.  SEJA A MUDANÇA QUE VOÇÊ QUER VER NO MUNDO!

Seja um conquistador.

O Português e o pessimismo.

Publicado Julho 25, 2009 por oportugues
Categorias: Força de Vontade, Nós pelos outros, Valores

Enquanto lê o nosso post desfrute de uma música predilecta que com certeza o fará sorri. Comente se desejar. Boa leitura.

Segundo uma notícia avançada pelo Jornal de Noticias, os portugueses são os mais pessimistas no emprego, revelado por um estudo de opinião de Bruxelas.

Poucos inquiridos acreditam que seriam capazes de encontrar emprego num período de 6 meses. È certo, que atravessamos uma grave crise económica mas também é certo que nada cai do céu. Geralmente o povo português e eu sei que quando chegar ao fim de ler esta frase me dará razão, é essencialmente preguiçoso mas esperto e perspicaz.

Pois bem, porque não aproveitar essa esperteza e essa perspicácia toda e consultar o Fundo Social Europeu? Já pensou que poderia criar uma empresa? Aquela com que sempre sonhou? Dá trabalho é certo. Se calhar é melhor continuar em casa a gastar o fundo de desemprego e não pensar que quando chegar á velhice provavelmente não terá reforma. Pense também noutra coisa, quer passar o resto da sua vida a ouvir dizer que os portugueses são isto e aquilo, saber que pode fazer algo para mudar essa opinião mas continuar sentado no seu banco de jardim com uma garrafa de cerveja na mão a culpar o estado português ou porque faz sol ou porque faz chuva? È isso que realmente quer que os seus netos saibam?

Os portugueses descobriram os 7 mares. Tente descobrir as suas 7 qualidades, aposte nelas e crie uma empresa. Faça-se orgulhoso e faça os outros orgulhosos de si.

Conquista do (im) possível: a Lua

Publicado Julho 20, 2009 por oportugues
Categorias: Correio dos Nossos Leitores

“Desde da antiguidade clássica que o homem sonhava com os astros, nos livros transmitia, esse desejo como o caso do livro de Júlio Verne; “Á volta da Lua”.

Mas com a chegada do homem ao espaço em 1961 pelo cosmonauta soviético, Yuri Gagarin a “missão LUA” estava mais perto. Contudo os americanos pareciam decididos a chegar primeiro a lua dos que os soviéticos, e eis que no dia 25 de Maio de 1961 o presidente John Kennedy lança um desafio de “colocar um homem na lua até ao final da década (60) e chegar são e salvo”; Essa missão foi destinada a NASA, com o programa Apollo. Este programa não teve um inicio muito positivo uma vez que na missão Apollo 1 no dia 27 de Janeiro de 1967, três astronautas norte-americanos foram carbonizados no modulo de comando.

Apesar de este lamentável incidente nada impediu de o programa Apollo continuar o seu objectivo e eis que no 1969, na lendária Apollo 11 constituída por Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins, eram estes os predestinados á conquista da Lua e fazem-no no dia 20 de Julho de 1969, com mais de 600 milhões de espectadores a assistir a este acontecimento.”Um pequeno Passo do homem, um grande salto para a Humanidade “, foi esta a frase dita pelo primeiro homem na lua de nome, Neil Armstrong, estava atingido o limite a Lua, o sonho de pisar a lua foi concretizado, e até 1972 pisaram a Lua, 11 astronautas, tirando a tripulação do também mal-afamado Apolo 13 que teve problemas, no reservatório de oxigénio e módulo de comando; “Houston we have a problem”, o que poderia ter saldado em 3 mortes, mas felizmente acabou tudo em bem, foi apelidada de “missão falhada mas com êxito”, devido ao heroísmo dos astronautas, que emocionaram o mundo.

Em suma, 40 anos depois da conquista da lua, o homem quer regressar a Lua e até mesmo chegar a Marte. E eis que fica a pergunta no ar, qual é o próximo objectivo?”

Texto enviado pela nosso leitor “Tiago Aboim”. Também tu podes enviar-nos o teu “post” para o nosso email: oportugues_@hotmail.com
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O Português agradece!

Cultura, louvada sejas!

Publicado Julho 19, 2009 por oportugues
Categorias: Portugal no seu pior

A cultura foi, é e será o complemento mais importante da inteligência, aptidão e louvor do ser humano. Aconselhe quem não lê um livro, não vê um filme, quem não quer aprender ou ter dores de cabeça e se anda perdido também no meio do nada mais insignificante de todos pense bem, que um dia, bem lá ao longe poderá ser você, enfim, a precisar dela.

O Português deseja-lhe uma óptima visualização e por favor analise este vídeo de uma forma cientificamente humorística e aprenda com “portugal no seu pior” ,)

TRUQUES E DICAS PARA POUPAR DINHEIRO

Publicado Julho 13, 2009 por oportugues
Categorias: Valores

Nunca como nos dias de hoje foi necessário ponderar e repensar a forma de gastar o próprio dinheiro. Seja para eliminar as suas dívidas, seja para criar um fundo de maneio ou ate mesmo para realizar as férias da sua vida, saiba que existem truques para poupar dinheiro. Bastante acessível até aos mais ávidos por compras, no final terá uma conta um bocadinho mais recheada. Vamos a isso.

REGISTAR AS DESPESAS
È um processo muito simples. Durante um mês guarde todos os talões, recibos de compras ou anote num papel todas os gastos que faz. No final do mês terá a possibilidade de averiguar quais as áreas onde gasta mais dinheiro e onde claro poderá começar a reduzir.

TOME O PEQUENO-ALMOÇO EM CASA
Um dos melhores truques. Se pensar no valor que despende quatro dias por semana, quatro semanas por mês, doze meses por ano no croissant com fiambre e na sua meia de leite verá que se calhar tem o suficiente para pagar a conta da água ou da luz. Comprove.

ALMOCE, LANCHE E JANTE EM CASA
Se conseguir arranjar disponibilidade para ir almoçar a casa, faça-o! Se não conseguir, leve consigo umas boas sandes, um iogurte ou até mesmo quem sabe um Tupperware com os restos do jantar da noite anterior para os aquecer no microondas do escritório ou outro local de trabalho. Ninguém morre e diga não á vergonha. Apetece-lhe jantar fora? È simples, combine com amigos, cada um leva a sua sandes, os seus rissóis e até uma boa garrafinha de vinho ou agua e coma á luz da lua no meio do parque, no meio da praia no carro onde der. Leve consigo uma guitarra, um mp4 e desfrute daquelas músicas antigas que quando era jovem adorava ouvir, agora na companhia dos seus amigos. Mesmo que não o faça constantemente é certo verá que ao final de algum tempo terá juntado uma boa quantia de dinheiro e certamente irá começar a render-se a esta nova delícia financeira.

NÃO AO PETISCO!
Resista á tentação de comer constantemente fora, de comer fora das refeições ou até mesmo de comprar algum bolo que viu na prateleira de uma pastelaria (é difícil eu sei, mas verá que depois será beneficiado). Imagine os trocos que consegue juntar se poupar nestes pormenores.

NÃO DEITE COMIDA FORA!
O que sobrar do jantar pode perfeitamente ser aproveitado para o almoço ou jantar do dia a seguir. A carne que sobrar pode perfeitamente desfia-la, fazer uma bola de carne, ou quiche ou até mesmo uma tortilha e aproveite os bocadinhos de tomate, pepino e cebola que sobraram da salada do almoço. Vai ver que depois destas pequenas aventuras na gastronomia vai dar por si a inventar gelados caseiros ou até mesmo compotas e quem sabe plantar ervas aromáticas em casa.

APROVEITE AS PROMOÇÕES/SALDOS/DESCONTOS
Guarde sempre, numa capa á parte bem organizados todos os cupões de descontos que pode usufruir quando vai eventualmente fazer compras a um super mercado. Mas atenção, guarde só aqueles que realmente lhe irão fazer falta e nunca ambicione comprar algo que não precisa só porque tem um desconto desse artigo. Estaria a fazer uma grande asneira. Outra coisa importante é estar atento á sua caixa de correio ou até mesmo pesquisar umas quantas boas promoções ou descontos de verão, primavera ou inverno, os chamados saldos. Já pensou quanto pode poupar se realmente comprar nos saldos? Outra coisa, as verdadeiras promoções ou descontos só são mesmo eficazes em boa escala, por exemplo, detergentes da máquina, da loiça ou até mesmo pequenos artigos como arroz, manteigas ou sumos. Pense bem, às vezes comprar alguns artigos num determinado dia específico não lhe estará directamente a dizer que esta a fazer um mau negócio.

FAÇA UMA LISTA! SEJA RIGOROSO!
Quando for fazer compras ao supermercado faça uma lista de tudo aquilo que precisa e siga-a á risca. Não facilite, um pequeno deslize no seu rigor e em vez de um estará a levar outros tantos artigos que nem sequer precisos. È difícil resistir sim às técnicas de publicidade mas tem de ser forte. È importante pensar nisso.

NÃO COMPRE ÀGUA ENGARRAFADA.
Opte por comprar um filtro de água para aplicar á torneira. Vai ver que mais tarde ou mais cedo aqueles cêntimos que gastava em garrafões de litro e meio de água lhe serão úteis para outras coisas. È só poupar!

DIGA NÃO AOS SACOS DE PLÁSTICO
Hoje em dia, toda a gente é quase obrigada a comprar sacos de plástico nos super mercados, mas evite isso, opte antes por comprar sacos de tecido, são mais resistentes e dure mais e evite dar a desculpa esfarrapada de os usar para o lixo. Compre á posteriori sacos próprios para o lixo. Será muito mais rentável a longo prazo.

MEDICAMENTES GENÉRICOS
Os medicamentos tradicionais e os genéricos só se diferenciam no preço, de resto o efeito é o mesmo.

CORTE NOS VICIOS
Façamos as contas, um fumador normal, deve fumar um maço de tabaco por dia, fazendo bem as contas ao fim da semana dá 24,50€, ao final do mês 108,5€ e ao final de um ano dará 1277,50€. E ao fim de dois anos? Bem é só somar…

Pois é, aqui ficam algumas dicas e truques que O Português partilhou. Espero que ao ler isto não fique a pensar que terá de deixar de viver para poupar, nada disso. Nunca poupe sem tem um objectivo real para gastar o dinheiro, porque a vida são dois dias, é preciso mais do que nunca sermos felizes e rirmo-nos com toda a graça que podermos. Mas..poupe!

Uma prenda a todos os portugueses que apreciam aquela música portuguesa que já poucos sabem mas que ainda outros tantos se lembram.

WE ARE THE WORLD!

Publicado Junho 27, 2009 por oportugues
Categorias: Parte do Mundo

Chega um momento, quando ouvimos uma certa chamada
Quando o mundo tem que vir junto como um só
Há pessoas morrendo
E está na hora de dar uma mão a vida
O maior presente de todos

Nós não podemos continuar fingindo dia após dia
Que alguém, em algum lugar irá fazer a diferença
Todos nós somos parte da grande família de Deus
É a verdade
Você sabe que amor é tudo que nós precisamos

Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos os que fazemos um dia mais brilhante
Assim vamos começar a dar
Há uma escolha que nós estamos fazendo
Nós estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade que nós faremos um dia melhor, só você e eu

Lhes envie seu coração assim eles saberão que alguém se preocupa
E as vidas deles serão mais fortes e independentes
Como Deus nos mostrou transformando pedras em pão
E por isso todos nós temos que dar uma mão amiga

Quando você está acabado, e não aparece nenhuma esperança
Mas se você acredita que não há nenhum modo que nos faça cair
Nos deixa perceber que uma mudança só pode vir
Quando nós ficamos juntos como um só.

Não se esqueça de que é parte deste mundo. Faça a sua parte. Amanhã será tarde demais.
O Português voltou.

25 DE ABRIL – TEMPOS DE MUDANÇA

Publicado Abril 24, 2009 por oportugues
Categorias: Datas Importantes

O dia 25 de Abril de 1974 ficou marcado pela maior história de amor portuguesa. Não existe uma Revolução que se levante, sem uma enorme declaração de amor ao seu país, ao seu povo e sobretudo á sua liberdade. Este dia ficou marcado na memória de todos os portugueses e de todo o mundo como o dia da liberdade. O dia em que o povo saiu á rua e lutou por aquilo que acreditava. Contudo os verdadeiros heróis foram os capitães de Abril. Juntos deram ao povo a liberdade que há tantos anos lhe era negada. Juntos uniram as armas e puseram fim a uma ditadura que apenas trazia medo e incertezas para Portugal. Os nossos avós lutaram pela liberdade e pela democracia, cabe-nos a nós mantê-la!

A liberdade trouxe-nos mais responsabilidades e com elas consequências. Estamos a evoluir no sentido de as superar para valorizarmos aquilo que de bom se fez, aquilo porque se lutou e aquilo porque se acreditou! Viva Portugal! Viva a liberdade!


“A Terra dos Sonhos”
Na madrugada de 25 de Abril de 1974 o denominado movimento das forças armadas, abriu a janela da prosperidade e do futuro ao povo português, que via finalmente o sol toca-lhes na cara, com o surgimento de uma nova era.
A partir dai, Portugal ambicionou o futuro com a entrada na CEE em 1986 era a porta de um sonho que abria, podia estar no mesmo barco que a maioria dos países desenvolvidos da Europa; de uns pais desprestigiado na Europa e pelo isolamento do “Estado Novo”, ao país da consagração da liberdade e da democracia, um pais onde se grita a ate a voz a doer pela justiça, o país que se emociona com o brio das suas vitórias, que eleva a sua bandeira e o seu hino aos 4 cantos do mundo.
Este rectângulo no extremo ocidente da Europa é a ponte que liga o mar á liberdade!
A terra dos sonhos que apenas tem o horizonte como limite, o país dos poetas que glorificaram o nome de um povo e de uma nação chamada Portugal.”

Texto enviado pela nossa leitor “Tiago Aboim” Também tu podes enviar-nos o teu “post” para o nosso email: oportugues_@hotmail.com
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O Português agradece!

Agora, senta-te de uma forma confortante e aprecia directamente do Youtube um dos filmes mais representativos da nossa revolução. Os Capitães de Abril mostram nada mais nada menos do que a garra, a força e a vontade num país livre e com igualdade de direitos para todos! VIVA A PORTUGAL! VIVA A LIBERDADE!

O Português deseja-lhe um bom filme e um exelente dia de 25 de Abril, mas nunca se esqueça de uma coisa, a sua liberdade acaba quando começa a do próximo. Obrigado!

O mundo dos outros

Publicado Abril 19, 2009 por oportugues
Categorias: Correio dos Nossos Leitores

“O Amor é a chave do mundo, deste e de qualquer outro porque o que seria da santíssima trindade sem o quarto elemento chamado Amor que une Pai, Filho e
Espírito Santo, ou em qualquer outra trindade assim descrita pela história da humanidade ou pela hitória contada por Homero, Sócrates, Platão e outros…
o que seria dos deuses gregos? Acredito seriamente que o número correto não é 3 e sim 4 que une os três em um sentimento maravilhoso que é uma delícia de
sentir: o Amor.
Quanto a vir de Marte, sim… às vezes acho que preciso mesmo um colete de ferro ou um cinturão de latinhas cheias de areia para me manter no solo, senão
voo… voo na imaginação e vou onde ninguém mais vai, a não ser eu mesma… onde busco um pouco da minha paz. E lá encontro meus pares, que fazem comigo
coro aos céus e bebem licores de doces cachoeiras, e ficamos todos a rir de qualquer coisa porque somos antes de mais nada seres que gostam de si mesmos e
por essa razão podemos rir uns dos outros e de nós mesmos.Esse é um mundo sem egoísmos ou desamores, sem ódio ou vingança, onde bala perdida é na verdade
uma guloseima que um de nós não achou ainda.
Onde o céu é azul o tempo todo e quando chove, é para alegria das plantas, dos passarinhos e dos filhotes em seus ninhos… podemos correr por entre as
poças d´água que se formam e pisar nelas bem forte só para espirrar água… depois molhados assim, vamos andando e o sol vem vindo… e nos aquecemos e
secamos a nós e nossas roupas, assim, no corpo mesmo. Em um mundo que o mundo é feliz, o que se pode esperar de sua embaixatriz? No mínimo, que ela seja
feliz!
Contando histórias para gente grande lembrar que pode imaginar seus próprios mundos…e, se não criarem crio eu o mundo dos outros e o meu.”

Texto enviado pela nossa leitora “Rosy Beltrão”. Também tu podes enviar-nos o teu “post” para o nosso email: oportugues_@hotmail.com
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O Português agradece!sem-titulo1


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